https://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/issue/feedRevSALUS - Revista Científica Internacional da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia2021-01-15T00:00:00+00:00Márcia Pereirageral.revsalus@racslusofonia.orgOpen Journal Systems<p>A <em>RevSALUS</em> - Revista Científica Internacional da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia – RACS é uma revista em língua portuguesa, de Acesso Aberto<strong> (<em>OPEN ACCESS</em>)</strong>, com a finalidade de promover a divulgação da produção científica, fortalecendo a cooperação internacional no contexto da investigação, ensino, desenvolvimento e inovação, em todas as áreas da saúde ou a elas aplicadas. Os artigos a publicar estão sujeitos a um sistema de revisão por pares <strong>(Double blind peer-review)</strong>, de submissão e publicação gratuitas.</p>https://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/129Destaque Biográfico2020-12-07T15:26:37+00:00Patrícia Pereirappereira@esel.pt<p>Destaque biográfico da Prof.ª Doutora Patrícia Silva Pereira, Coeditora da área de Enfermagem da <em>RevSALUS</em> - Revista Científica Internacional da RACS.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica Internacional da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/128Os resultados positivos versus os resultados negativos em ciência: uma breve reflexão em benefício da integridade científica2020-12-07T14:51:43+00:00Ricardo Jorge Dinis-Oliveiraricardo.dinis@iucs.cespu.pt<p>A crescente competição e cultura de “publicar ou perecer” na academia, combinada com o peso cada vez maior dos referenciais bibliométricos está a conflituar com a objetividade e integridade na investigação científica. Este editorial é dedicado à importância crescente dada aos resultados científicos negativos e para os quais surge já na literatura revistas dedicadas e com a missão de os publicar. Estas revistas advogam, que mesmo sendo inconclusivos, os resultados não merecem ficar escondidos na “gaveta do laboratório”. Provavelmente a vantagem mais óbvia, será o impedir que vários outros grupos de investigação despendam tempo e recursos na mesma linha científica. Mas neste editorial, outras vantagens e limitações são discutidas e comparadas com os resultados positivos em ciência.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica Internacional da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/124Olhar a COVID-19 em São Tomé e Príncipe2020-11-20T15:10:57+00:00Flávio Castelo David dos Santos Andradedavidflacas25@hotmail.com<p><strong>Introdução</strong>: Este trabalho teve como <strong>objectivo</strong> conhecer o percurso, e a existência da COVID-19 em São Tomé e Príncipe. Os documentos utilizados foram boletim diário da COVID-19, Decreto, extratos das conferências de impressa, plano de contingência. A <strong>metodologia</strong> adotada é qualitativa e as técnicas utilizadas foram pesquisa documental para recolha de informações e a análise documental para tratamento. Os <strong>resultados </strong>apontam a existência da COVID-19 em São Tomé e Príncipe, observa-se também que os primeiros casos importados da COVID-19 entraram e circularam em finais do mês de fevereiro. <strong>Conclui-se</strong> que em 21 de abril ocorreu o primeiro surto em dois distritos, em 30 de abril, primeiro óbito (um homem de 55 anos), e 13 óbitos entre abril e junho. Por fim ressalta-se que necessário se torna realizar um estudo para compreender a imunidade a COVID-19 nesta parcela do mundo.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/125COVID-19: Cenário da pandemia no Brasil2020-11-20T15:16:34+00:00Wilson Shcolnikpresidencia@abramed.org.br<p><strong>Introdução</strong>: O artigo apresenta informações referentes aos impactos iniciais da pandemia pela COVID-19 no sistema de saúde brasileiro, a partir do diagnóstico do 1º caso, em fevereiro de 2020. São abordados especialmente impactos económicos e relacionados ao diagnóstico laboratorial.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/89Glicina e as suas aplicações na medicina dentária: uma revisão narrativa 2020-11-25T16:04:12+00:00Ana Góis Sáana.sa@iucs.cespu.ptOrlanda de Araújo Lamas Correia Torresorlanda.torres@iucs.cespu.ptLuís Miguel Lopes Santosluis.santos@saude.cespu.ptAntónio Miguel Sousa Rajãoantonio.rajao@iucs.cespu.pt<p><strong>Introdução:</strong> São diversos os tratamentos minimamente invasivos e protocolos clínicos sensíveis, que levam à necessidade de encontrar substâncias inovadoras. A glicina, aminoácido não-essencial, de estrutura simples é um importante constituinte na estrutura extracelular de proteínas como o colagénio e a elastina, sendo apresentada em formato de partículas de pó abrasivo para aplicação diversificada nas áreas da medicina dentária. Apresenta mecanismos de ação ainda não totalmente compreendidos, sob o ponto de vista científico, mas que se julga que possuirão efeitos terapêuticos anti-inflamatórias, de regulação da função imune e síntese de citocinas. A glicina é inodora, incolor e altamente solúvel em água. <strong>Objetivos: </strong>Realização de uma revisão narrativa apresentando as diferentes vertentes de aplicação do pó de glicina na medicina dentária. <strong>Resultados:</strong> Em diferentes estudos têm vindo a ser aplicada, com o intuito de comparar, a ação da glicina recorrendo ao uso de diversos instrumentos manuais, rotatórios e de polimento e com protocolos clínicos diversos, tais como condicionamento ácido e o pré-tratamento da estrutura dentinária. Aplica-se na forma de partículas menos abrasivas, levando a um menor dano nas superfícies. É eficaz na remoção de biofilme supra e subgengival, com mínimo dano da estrutura gengival, comparativamente ao uso de jato de bicarbonato de sódio; raspagem radicular ou recurso ao destartarizador. Alcança-se por este método um ótimo polimento que se revela eficaz na diminuição da rugosidade de superfície, reduzindo a possibilidade de aderência e maturação da microflora bacteriana. <strong>Conclusões:</strong> A glicina é atualmente vista como uma substância inovadora no mundo da medicina dentária, sendo aplicada na periodontologia, no polimento de superfícies dentárias e do material restaurador, e igualmente no protocolo de pré-tratamento da dentina. Não obstante os bons resultados alcançados em vários ensaios, mais estudos serão necessários para a validação destas características e vantagens.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/53Adesão ao padrão alimentar mediterrânico numa população com baixo rendimento2020-07-28T16:29:31+00:00Rita Chavesanaritachavess@gmail.comPaula Pereirapereira.paula1@gmail.comSofia Martinssofia.martins@arslvt.min-saude.ptRenata Ramalhorenata.cg.ramalho@gmail.com<p><strong>Introdução</strong>: Portugal é um país de tradição mediterrânica, onde o Padrão Alimentar Mediterrânico é considerado um modelo de alimentação saudável. Contudo, ao longo do tempo tem sido notória uma diminuição gradual da adesão a este padrão. <strong>Objetivo</strong>: O objetivo do estudo foi avaliar a adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico de acordo com o rendimento mensal. <strong>Materiais e métodos</strong>: Foi realizado um estudo observacional descritivo com utentes das consultas de nutrição da Unidade de Cuidados de Saúde Primários da Moita e do Montijo. Avaliou-se o rendimento mensal individual ou rendimento familiar <em>per capita</em> de cada participante, através de um questionário sociodemográfico. A adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico foi aferida através do instrumento PREDIMED. Foi também realizada a análise estatística com recurso ao teste Mann-Whitney e Teste de Qui-Quadrado, sendo considerada uma significância de 5%. <strong>Resultados</strong>: Numa amostra total de 43 participantes, 30% apresentou uma boa adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico. Verificou-se ainda uma diferença importante na adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico de acordo com o rendimento: 64% de adesão na população classificada como “Alto rendimento” versus 14% de adesão na população “Baixo rendimento”. Foi também percetível uma maior adesão a todos os grupos alimentares característicos deste padrão alimentar, pela população “Alto rendimento”. <strong>Conclusão</strong>: Concluiu-se que a população “Alto rendimento” apresentou uma maior adesão ao Padrão Alimentar Mediterrânico e a todos os seus alimentos característicos, em comparação com a população “Baixo rendimento”.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/62Consumo de suplementos alimentares por desportistas: revisão sistemática da literatura2020-09-10T18:27:41+00:00Claúdia Fontelausofiy96@gmail.comAna Pereiraamgpereira@ipb.ptAntónio Fernandestoze@ipb.pt<p><strong>Introdução</strong>: Uma alimentação variada e energeticamente adequada é capaz de proporcionar quantidades apropriadas de todos os nutrientes essenciais. Porém, são muitos os desportistas que ingerem suplementos nutricionais, sem a orientação de um profissional de saúde e sem o conhecimento exato dos seus possíveis benefícios. <strong>Objetivo</strong>: Realizar uma revisão sistemática da literatura sobre a prevalência e os tipos de suplementos nutricionais consumidos pelos desportistas, e compreender quais as principais fontes de indicação e motivos para o uso de suplementos nutricionais. <strong>Material e métodos</strong>: Foi realizada uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados <em>Pubmed</em> e <em>Web of Science</em>. Neste contexto, foram incluídas todas as publicações disponíveis entre janeiro de 2007 e fevereiro de 2018 que cumpriam os critérios de inclusão tendo selecionados 14 artigos de um total de 1054. <strong>Resultados</strong>: A prevalência do uso de suplementos variou de 13,3% a 100%, constatando-se que nos artigos que incluíam apenas atletas profissionais a prevalência de consumo de suplementos nutricionais variou de 46,2% a 90,9%. Em relação aos suplementos mais consumidos destacaram-se os suplementos proteicos, aminoácidos, vitaminas e minerais. Constatou-se, ainda, que os desportistas procuram informações sobre o seu consumo com nutricionistas, amigos, treinador e <em>personal trainer</em>, sendo que alguns recorrem à autoprescrição. Os principais motivos da sua ingestão relacionaram-se com o melhor desempenho desportivo e manutenção da saúde. <strong>Conclusão</strong>: Os dados revelaram um amplo intervalo de variação na utilização de suplementos pelos desportistas (...).<strong><br /></strong></p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/59Auxílio à realização de atividades básicas de vida diária no pós-alta hospitalar de idosos2020-11-13T17:44:02+00:00Danielle Bordindaniellebordin@hotmail.comClóris Regina BlanskiGrdenreginablanski@hotmail.comLuciane Patrícia Andreani Cabralluciane.pacabral@gmail.comEverson Augusto Krumeverson.krum@uol.com.brIsabele Savin Sansonisabele.savinsanson@gmail.com<p><strong>Introdução</strong>: O aumento exponencial de idosos exige preparação do sistema de saúde, decorrente da maior prevalência de doenças, incapacidades e internamento, podendo necessitar de cuidados domiciliares. <strong>Objetivo</strong>: Analisar a prevalência e fatores associados à necessidade de auxílio para realizar as atividades básicas de vida diária (ABVD) no pós-alta hospitalar de idosos. <strong>Material e Métodos</strong>: Trata-se de estudo transversal, realizado, em 2018, junto a 144 idosos que foram internados num hospital universitário brasileiro. Realizou-se entrevista telefónica, após 30 dias da alta hospitalar, por meio de questionário estruturado baseado em pesquisas de investigação nacional proposta pelo Ministério da Saúde brasileiro e artigos. Como variável dependente considerou-se a necessidade de auxílio para realizar as ABVD no pós alta, e como independentes as características sociodemográficas, de saúde, estilo de vida e serviços de saúde utilizados. Aplicou-se análise de regressão logística através do programa SPSS 20, nível de significância p?0,05. A pesquisa foi aprovada pelo comité de ética (parecer número: 2.461.494/2018). <strong>Resultados</strong>: Verificou-se que 43,1% dos idosos necessitaram de auxílio para realizar ABVD no pós-alta hospitalar. Maior probabilidade de necessitar de auxílio para realizar as ABVD foi para aqueles que requereram internamento na UTI (OR=2,9; IC=1,15-7,31) (p=0,02), apresentaram multimorbidade (OR=3,00; IC=1,42-6,34) (p=0,00) e sedentarismo (OR=2,68; IC=1,23-5,85 (p=0,01). <strong>Conclusão</strong>: O estudo identificou importantes fatores associados à necessidade de auxílio para realizar as atividades básicas de vida diária no pós-alta hospitalar de idosos, com destaque para a necessidade de leito de UTI durante internamento, multimorbidades e sedentarismo.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofoniahttps://revsalus.racslusofonia.org:443/ojsrevsalus/index.php/RevSALUS/article/view/69Características bacteriológicas das úlceras neuropáticas do pé em diferentes estádios da Diabetes Mellitus2020-10-30T10:24:20+00:00Liliana Ávidosliliana.avidos@ipsn.cespu.ptFernanda Máurea do Vale Ribeirodra.fernadaribeiro@hotmail.com<p> </p> <p><strong>Introdução</strong>: A Diabetes Mellitus (DM) é uma das doenças mais prevalentes em todo o mundo e a infeção no pé é uma das suas principais complicações. <strong>Objetivos</strong>: Identificar quais as bactérias isoladas nas úlceras neuropáticas do pé em diferentes estadios da DM. Relacionar a profundidade da lesão com a flora concomitante, avaliar a prevalência de infeção segundo a localização e estadios de evolução da DM e relacionar a localização da úlcera com a sua flora concomitante. <strong>Materiais e Métodos</strong>: Estudo observacional descritivo transversal. Os dados foram registados numa grelha e recolhidos de 90 processos clínicos subdivididos em três grupos, 30 relativos a indivíduos com diagnóstico de DM<de 10 anos, 30 relativos a indivíduos com DM entre 10 e19 anos e 30 relativos a indivíduos com DM há mais de 20 anos. Foi realizada apenas estatística descritiva, uma vez que o número muito elevado de variáveis e a subdivisão da amostra diluiria a significância estatística. <strong>Resultados/conclusões</strong>: As bactérias <em>Methicillin-Sensitive Staphylococcus Aureus</em> (MSSA) foram mais frequentes em todos os estadios da DM e o <em>Enterococcus faecalis</em> foi predominante nos estadios entre 10 e19 e >20 anos de DM, no grau 2 de profundidade. No grau 3 de profundidade destacou-se o <em>Methicillin-Resistant Staphylococcus Aureus</em> (MRSA) e o <em>Proteus spp</em>. A úlcera nos estadios de <10 anos e entre 10 e19anos de DM foi sobretudo na zona plantar do 1º Metatarso (Mtt) e nos estadios de >20 anos foi na zona plantar do 5º Mtt e nos dedos. O Hallux foi mais afetado no estadio <10 anos de DM.</p>2021-01-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 RevSALUS - Revista Científica da Rede Académica das Ciências da Saúde da Lusofonia